sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Desastres da vida

O caos que se instalou nas cidades de Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo era uma tragédia anunciada, assim como aconteceu ano passado em Angra e em Niterói.
Alguma coisa mudou de lá pra cá? Não! Você viu alguma ação do governo, proibindo a construção de casas em áreas de encosta ou planícies de inundação de rios? Não!
Estão o que o governo esperava? Benção divina para que não acontecesse nada? A gente tem que aprender a votar e a cobrar melhoras dos nossos políticos, que só sabem aumentar seus salários e 60% e nem um protesto sequer foi realizado!
O que me chateia nessa situação toda? Ver que inúmeras famílias, como as nossas, não existem mais. Que inúmeros bebês estão sem seus pais, suas referências. Que pais perderam seus bebês...
Isso machuca meu coração e imagino que o seu também.
Para me blindar, prefiro não ler jornais nessa ocasião, nem ver noticiários... Pra que vou absorver esse tipo de energia, se quem deveria absorvê-las (os governantes) não estão nem aí?
O que podemos fazer é doar, alimentos, produtos de higiene, água e sangue.
Pelo menos sei que muitos brasileiros têm a capacidade de doação e neles eu vejo a luz da esperança por um mundo melhor. Que eu queria que a Jade vivesse quando fosse mais velha. Será que a gente consegue?

Ps.: Meninas, depois de seus comentários, vou ver se posto umas fotos da Jade (ou aquelas estilizadas tipo desenho! rs) para vocês conhecerem a pequena, ok?

Um comentário:

  1. Oi Kk,
    Muito legal seu blog, é a primeira vez que venho aqui.
    Realmente muito triste ver a devastação das cidades mas principalmente a devastação emocional de quem perdeu alguém que se ama. Uma amiga me disse que a igreja que ela frequenta está dando assistência e conheceram uma bebezinha de 8 meses que está sem os pais e sem nenhum parente. Duro ouvir isso não é?
    É revoltante pensar que o pior poderia ter sido evitado... enfim, resta-nos ajudar quem conseguiu sobreviver e depende de nós pq do governo, sabemos que só ouvimos e esperamos promessas.
    Achei interessante o governador ficar preso na estrada com as águas subindo e expressar seu desespero. Quem sabe assim ele entenda que a parada é séria né?
    Bjs,
    Mid

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